ENGANO E VAIDADE
A Treu
Ambos erramos. Eu, quando o deixei,
Mas sentindo a constância da saudade.
Tu, quando fiquei só e, por vaidade,
Não me perdoaste, e, livre, retomei.
Tentei debalde; nunca mais amei...
Tomei-me pária, errante, na orfandade,
Buscando uma suposta afinidade.
Ó leda fantasia que sonhei!...
Vivendo assim, cansados de sofrer:
Distantes – penso em ti e tu, em mim.
Como é triste o refúgio sem nos ver...
Este é o látego amargo de perder
O verdadeiro amor, esse festim
De dois, unidos para florescer.
(Maria Eleonora Cajahyba)
Um comentário:
E ainda vem uns doidos e dizem que Jitaúna não tem cultura!
Êta que pecado!
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