27 de março de 2008

coisas que eu amo

'As coisas que eu amo,
Fogem-me das mãos,
Loucas e céleres.
Esfumaçam-se por entre as paredes do meu quarto-forte.
E já não as tenho
E por isso sofro.
E perambulam por entre as horas,
Sem se importarem com o dia!
E as vejo cada dia mais lindas
Como rosas plantadas.
As coisas que amo
Se perpetuam, porque não as esqueço.
São coisas minhas.
Coisas que nascem e morrem dentro do coração!'

Um comentário:

Thaisinha... disse...

Nem sempre o que queremos; é.