'As coisas que eu amo,
Fogem-me das mãos,
Loucas e céleres.
Esfumaçam-se por entre as paredes do meu quarto-forte.
E já não as tenho
E por isso sofro.
Fogem-me das mãos,
Loucas e céleres.
Esfumaçam-se por entre as paredes do meu quarto-forte.
E já não as tenho
E por isso sofro.
E perambulam por entre as horas,
Sem se importarem com o dia!
Sem se importarem com o dia!
E as vejo cada dia mais lindas
Como rosas plantadas.
As coisas que amo
Se perpetuam, porque não as esqueço.
Como rosas plantadas.
As coisas que amo
Se perpetuam, porque não as esqueço.
São coisas minhas.
Coisas que nascem e morrem dentro do coração!'
Um comentário:
Nem sempre o que queremos; é.
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