Vasculhando arquivos antigos encontrei esse texto do qual desconheço a autoria, mas pelo fato de falar de Jitaúna achei válido postá-lo aqui.
Jitaúna em prosas e versos.
Jitaúna boa terra
De festas fenomenais
Do cacau, da primavera
Micaretas, não carnavais.
Sua gente hospitaleira
De famílias tradicionais
Em Maria a Padroeira
Coloca seus ideais.
E as barracas enfeitadas
Na festa da Padroeira
Ainda hoje, tão lembrada
Bem assim, as brincadeiras
Tem São Pedro e São João
Festejados na Pracinha
Ladainhas de Montão
Com cânticos na igrejinha
E as festas de formatura
Ainda hoje tão participadas
Cheias de brilho e cultura
De gente bem preparada
Muita coisa engraçada
Já aconteceu em Jitaúna
Num FUSCA entrou uma vaca
Deixando de fora a bunda.
Tanta gente a empurrar
Pra vaca sair dali
E o dono a cafangar
Se ela entrou, tem que sair.
Em rumo ao matadouro
No meio das ruas passavam
Vacas e valentes touros
E a todos apavoravam.
A política era acirrada
Por charangas animada
Mija Gás já foi chamada
Esta terra tão amada.
Terra de moças bonitas
De coronéis respeitados
De grandes festas juninas
De Juíza e magistrados
Tinha gente com muita fama
De ter grande valentia
Falava-se até dos capangas
Que da profissão vivia.
E a enchente?
E o acidente do caminhão?
E o cacau enriquecendo o povo?
E o carro de bomba na explosão?
Foi muito triste se vê
Tudo o que aconteceu
O cacau a se perder
Quando a vassoura de bruxa o corroeu.
Falamos do seu passado
Das alegrias e tristezas
Dos seus santos festejados
Da pobreza e da nobreza
Jitaúna, o teu tesouro
São teus filhos que aqui estão
Para eles, tu vales ouro
Pedaço amado, desta nação.
Jitaúna boa terra
De festas fenomenais
Do cacau, da primavera
Micaretas, não carnavais.
Sua gente hospitaleira
De famílias tradicionais
Em Maria a Padroeira
Coloca seus ideais.
E as barracas enfeitadas
Na festa da Padroeira
Ainda hoje, tão lembrada
Bem assim, as brincadeiras
Tem São Pedro e São João
Festejados na Pracinha
Ladainhas de Montão
Com cânticos na igrejinha
E as festas de formatura
Ainda hoje tão participadas
Cheias de brilho e cultura
De gente bem preparada
Muita coisa engraçada
Já aconteceu em Jitaúna
Num FUSCA entrou uma vaca
Deixando de fora a bunda.
Tanta gente a empurrar
Pra vaca sair dali
E o dono a cafangar
Se ela entrou, tem que sair.
Em rumo ao matadouro
No meio das ruas passavam
Vacas e valentes touros
E a todos apavoravam.
A política era acirrada
Por charangas animada
Mija Gás já foi chamada
Esta terra tão amada.
Terra de moças bonitas
De coronéis respeitados
De grandes festas juninas
De Juíza e magistrados
Tinha gente com muita fama
De ter grande valentia
Falava-se até dos capangas
Que da profissão vivia.
E a enchente?
E o acidente do caminhão?
E o cacau enriquecendo o povo?
E o carro de bomba na explosão?
Foi muito triste se vê
Tudo o que aconteceu
O cacau a se perder
Quando a vassoura de bruxa o corroeu.
Falamos do seu passado
Das alegrias e tristezas
Dos seus santos festejados
Da pobreza e da nobreza
Jitaúna, o teu tesouro
São teus filhos que aqui estão
Para eles, tu vales ouro
Pedaço amado, desta nação.