19 de novembro de 2007

soneto a cidade

JITAÚNA
Em Jitaúna, breve temporada
passei no lar do meu irmão Duzinho.
Na época, Jitaúna era Esplanada,
já raiando o progresso em seu caminho...

Tendo o Rio de Contas bem pertinho
e, em torno, o campo e a mata cabrocada,
seu povo engrandeceu o antigo ninho,
implantando a cidade desejada!

Recordo a velha praça e seu coreto;
a rua estreita e, no final, a ponte
nas águas claras do seu Rio Preto!

Fechos olhos e vejo mais arriba,
oposto ao rio, lá num verde monte,
o casarão de Albino Cajahyba.
Pacífico Ribeiro, poeta jequieense,
à Mª Eleonora Cajahyba

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